Série: Prova Brasil – Melhores práticas (Parte 2)

O estudo “Excelência com equidade”, publicado no início de 2013 pela Fundação Lemman com o Itaú BBA (ver post anterior), identificou quatro práticas pedagógicas comuns a 215 escolas de Educação Básica que obtiveram um bom desempenho no Ideb 2011. São elas:

  1. Definir metas e ter claro o que se quer alcançar
  2. Acompanhar de perto – e continuamente – o aprendizado dos aluno
  3. Usar dados sobre o aprendizado para embasar ações pedagógicas
  4. Fazer da escola um ambiente agradável e propício ao aprendizado

Definir metas

Todas as escolas visitadas tiveram esse ponto de partida: identificaram fraquezas e foram claras nas metas desejadas. Após essa definição, o próximo passo foi o planejamento estratégico para colocar essas metas em ação.

Para isso, muitas escolas estabeleceram parcerias com a Secretária de Educação local. Na pesquisa, um Secretário de Educação apontou: “É preciso estabelecer metas claras e depois voltar para ações no aprendizado da criança. Esse é nosso foco”, esclareceu.

Segundo a pesquisa, a maioria das escolas incluiu em suas metas atividades como formação continuada dos professores, reforço escolar e atividades extracurriculares.

A diretora da Escola Municipal Santa Rita de Cássia, de Foz do Iguaçu, que obteve a melhor nota no último Ideb, enfatizou: “Trabalhamos duro, com o reforço, o empenho da equipe, pois o mais significativo é que os alunos possam aprender cada vez mais” (saiba mais aqui http://goo.gl/6THqN).

Acompanhar de perto

Para alcançar as metas projetada, é preciso acompanhar o processo de aprendizagem das crianças, de forma permanente e diária. Com isso, o professor consegue observar as dificuldades e os pontos positivos no desenvolvimento de seus alunos, preparando-os para as avaliações internas e externas à escola.

A pesquisa mostrou ainda que os resultados de avaliações oficiais (federais, estaduais e municipais) ajudam a diagnosticar aqueles que precisam de reforço escolar e também auxiliam os professores a refletirem sobre os conteúdos a serem trabalhados em sala de aula.

“Quando é feita uma avaliação, corrigimos e comentamos em sala de aula. A gente analisa, fala com o aluno, procura saber qual é o motivo para resolver as dificuldades. O nosso trabalho é todo dia, é corpo a corpo, uma dedicação diária”, explicou um professor entrevistado para a pesquisa.

Para saber sobre as outras duas práticas (ver acima) e ter acesso à pesquisa na íntegra, clique aqui:

http://www.fundacaolemann.org.br/uploads/arquivos/excelencia_com_equidade.pdf