Série: Prova Brasil – Melhores práticas (Parte 1)

Garantir o aprendizado

É possível oferecer um aprendizado de alta qualidade em escolas públicas que atendem a alunos de baixo nível socioeconômico? A resposta é sim, como mostra a pesquisa “Excelência com Equidade”, publicada em janeiro de 2013.

O estudo foi realizado pela Fundação Lemman, em conjunto com o Itaú BBA, e mapeou características e ações desenvolvidas por 215 escolas públicas de Educação Básica que conquistaram bons resultados na aferição do aprendizado de seus alunos. O trabalho envolveu levantamentos quantitativos e qualitativos.

A investigação teve como base os resultados da Prova Brasil 2011 e o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), e considerou em sua amostra os seguintes critérios:

  • Escolas que, em 2009, estavam entre as 25% que atendem alunos com menor nível socioeconômico no país.
  • Adesão de, pelo menos, 70% dos alunos na Prova Brasil.
  • Ideb igual ou superior a 6 no 5ª ano (meta do governo brasileiro para todas as escolas em 2022).
  • Pelo menos 70% dos alunos no nível adequado de proficiência e, no máximo, 5% no nível insuficiente, segundo parâmetros do Todos pela Educação (2010).
  • Indicadores consistentes de evolução do Ideb de 2007 a 2001.

Os resultados da pesquisa apontou que inúmeras escolas e redes públicas conseguem oferecer a seus alunos uma educação de excelência, apesar das dificuldades, como baixa escolaridade dos pais, déficit de aprendizagem de muitos alunos, deficiência na formação de professores e recursos financeiros insuficientes.

Para saber como essas escolas atingiram esses resultados, confira a pesquisa na íntegra:

As boas práticas em educação indicadas nesse trabalho serão temas para uma série de posts que inauguramos aqui no blog: “Prova Brasil – Melhores práticas”.

Esperamos que o compartilhamento dessas experiências seja um estímulo para o trabalho pedagógico em sua escola.

Boa leitura!